Já os nossos corpos mergulharam juntos por entre esta selva de luz roubada, em movimentos perfeitos, em voos alados, numa dança sem fim no centro de um palco sem público. Deixar correr agora cada gota na janela baça... Que desperdicio!

quarta-feira, fevereiro 23, 2005

É o fim! Desculpa ser assim...

É o fim! O fim da paixão demedida, dos beijos acalentados, dos abraços nunca aparecidos... É o fim da noite fugidia de lágrimas ensanguentada, dos suspiros rastejantes, dos toques entre amantes... O fim da magia de não te ter, de te saber perdida nos caminhos onde me perco, de nos conhecer ilusão num beco sem saída.
Soubesses tu mais um pouco, que meu coração é louco de te devorar, que preenchido está o trono por um qualquer marajá. Pudesse eu ter certeza que o mundo mudaria de novo, voltasse o tempo, voasse de novo, subissem os rios e as lágrimas caídas... Aí, aí sim, meu amor tornado sujeito durante a noite fria, seria teu e tu serias minha.

3 comentários:

Anónimo disse...

cheguei aqui e está a dar a música que me fez chorar no Closer... não aguentei, vinha comentar as palavras mas fui apanhada na corrente de choro...
(vanessa)

Daniel Aladiah disse...

Caro Marco
Nós podemos sempre mais do que imaginamos... o segredo é não pensarmos nisso, mas acreditarmos em nós e nos outros.
Um abraço
Daniel

Miriam Luz disse...

Ai marco... já não sei o que fazer contigo (connosco... sei lá.) Que se passa? =/

Beijo...

Miriam