Perdemo-nos como se perdem as estrelas com o olhar. Não existo mais nesse mundinho de retalhos e recordações que fomos deixando cair sem nunca apanhar.
Pisas o meu sorriso com o teu novo olhar... E eu ainda te procuro nos destroços de mim.
Quinta-feira, Setembro 10, 2009
Sábado, Setembro 05, 2009
19 again
Quando os teus braços pediam por mim, quando a tua boca me sugava a vida.
Dias longos de dedos cansados numa correria de palavras que nunca parava!... E que agora nunca se desenvolve.
Não é que te queira...
É só que não sei como não te querer.
Quarta-feira, Julho 22, 2009
Nada.
Domingo, Julho 19, 2009
Did you say it?
"I love you."
"I don't ever want to live without you."
"You changed my life."
Did you say it?
Make a plan, set a goal, work towards it.
But every now and then look around, drink it in.
Cause this is it...
It might all be gone tomorrow
Grey's Anatomy season finale
"I love you."
"I don't ever want to live without you."
"You changed my life."
Did you say it?
Make a plan, set a goal, work towards it.
But every now and then look around, drink it in.
Cause this is it...
It might all be gone tomorrow
Grey's Anatomy season finale
Sexta-feira, Julho 17, 2009
Estranheza.
Sou um estranho na minha própria vida. Não é o meu corpo que desliza no espelho embaciado pelos rastos do passado. Eu estou fora. Longe de mim.
Não sei o que quero ou quem quero ser. Amanhã não sei como quero acordar e o que quero fazer. Não sei sequer onde me leva o ritmo acentuado do coração quando não sei como me entregar. Não sei.
Não sei o que quero ou quem quero ser. Amanhã não sei como quero acordar e o que quero fazer. Não sei sequer onde me leva o ritmo acentuado do coração quando não sei como me entregar. Não sei.
Domingo, Julho 12, 2009
Sexta-feira, Julho 10, 2009
Olhar trancado.
Largo as minhas mãos nas tuas, vazias, na imensidão do que ainda não se disse. Mantemos o silêncio ou o olhar trancado para evitar o exagero da paixão que estupidamente se desenrola entre nós. Os meus olhos transbordam-te nesse sorriso doce e fulminante que não me deixa nunca aterrar sem ser de cabeça; transbordam o pecado consumado nas ilusões diárias, os suspiros nunca trocados...
Deixo-me em ti como se não pudesse nunca mais soltar-me. Inseguro, estendo o corpo amarrotado com medo que os vincos mais fundos larguem a tua mão da minha. Há marcas e tatuagens que não posso nunca apagar; restos de mim, perdidos no caminho incerto até ti. Escondo as feridas, disfarço-me em sorrisos.
Espero-te no canto onde sempre te conheci. O teu ritmo acende-me as palavras que eu bloqueio num beijo meio desastrado. Cansa-me a distância entre os teus lábios e os meus... mas há segredos ainda por contar.
Deixo-me em ti como se não pudesse nunca mais soltar-me. Inseguro, estendo o corpo amarrotado com medo que os vincos mais fundos larguem a tua mão da minha. Há marcas e tatuagens que não posso nunca apagar; restos de mim, perdidos no caminho incerto até ti. Escondo as feridas, disfarço-me em sorrisos.
Espero-te no canto onde sempre te conheci. O teu ritmo acende-me as palavras que eu bloqueio num beijo meio desastrado. Cansa-me a distância entre os teus lábios e os meus... mas há segredos ainda por contar.
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